segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Cia. do Chapéu - Melhor montagem (edição) na 2ª Mostra Sururu de Cinema Alagoano



Queria ter guardado o dia que fui ver Alice!? pela primeira vez. Sei que foi no Teatro do SESI. Acredito que foi na primeira temporada, pois foi assim que minha paixão pela Cia do Chapéu começou: ao ver toda a sutileza, energia, talento, amor com que eles entregavam-se ao teatro e apresentavam um universo do país das maravilhas completamente apaixonante. Fotografei Alice!? muito, assisti a peça mais de cinco vezes.
Uns três anos depois, em 2009, fui assistir à Uma Noite em Tabariz, e me vi mais uma vez encantada e apaixonada por mais um trabalho do grupo. Tanto que ao fim do espetáculo estava decidida a fazer um documentário sobre o mesmo.


Eis que em 2010 ao pensar no projeto que realizaria no meu aniversário, recordei-me do pensamento sobre fazer um doc sobre Tabariz e amadureci a ideia, onde finalmente propus a companhia a fazer um documentário sobre ela. Dei muita sorte que na semana do meu aniversário eles estariam em temporada, dobradinha de Alice?! e Uma noite em Tabariz.
Foram três dias de filmagem, nunca entrevistei tanta gente em tão pouco tempo. Foi delicioso... mais ainda porque a minha equipe de filmagem se entrosou muito bem com a Cia. do Chapéu, e assim a experiência só podia ser boa.
Foi uma sintonia maravilhosa, pois a admiração que tenho por cada um me inspirou na hora de filmar e de montar o documentário, contei com o talento da Cia. e dos meus parceiros de equipe de filmagem. O doc da Cia. do Chapéu foi possível graças a Cia. do Chapéu, aos Saudáveis Subversivos, a Panan Filmes e entremeios.
Um ano e cinco meses após a gravação do doc estou aqui para agradecer e para compartilhar a alegria de nosso documentário ter recebido o prêmio de melhor montagem da 2ª Mostra Sururu de Cinema Alagoano.

Considerações de Larissa Lisboa, criadora do doc e ganhadora do prêmio.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Cia do Chapéu na II Mostra Sururu de Cinema Alagoano

Foto de Amanda Nascimento



"Foi assim que me tornei chapeleira: ao convidar os talentosos componentes da Cia. do Chapéu para serem meus personagens em um documentário sobre o grupo. Em 2010, os chapeleiros fizeram uma temporada dupla em que foram apresentadas as peças Alice!? e Uma Noite em Tabariz. Esse documentário foi gravado durante essa temporada e apresenta um pouco da história da Cia. do Chapéu e seus espetáculos."

Larissa Lisboa, criadora do documentário.



A II Mostra Sururu de Cinema Alagoano será realizada de 27 a 30 de outubro com atividades formativas no Espaço Cultural Linda Mascarenhas e exibição dos 15 filmes alagoanos selecionados no Centro Cultural SESI, todas as atividades da Mostra terão entrada franca.

Mais informações: http://abdc-al.blogspot.com/


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

'Túnel de livros' atrai crianças e adolescentes na V Bienal

Público viajou pelo universo das histórias literárias em um enorme livro, situado no 1º piso do Centro de Convenções, em Jaraguá
  Gazetaweb - com Jobison Barros

Que tal uma viagem pelo mundo dos livros? Mas é bom lembrar que esse passeio não é sobre uma só história de um exemplar ou de outro, e sim, envolve alguns contos, contendo inúmeros personagens que interagem entre si e com o público que visita o estande História de todas as histórias, da V Bienal Internacional, cuja atração é um verdadeiro labirinto de um livro gigante. O túnel – situado no 1º piso do Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, no bairro de Jaraguá – apresenta em cada compartimento do labirinto um capítulo do livro, preenchido por várias narrações, a exemplo do Sítio do Picapau Amarelo, Dom Quixote, Pinóquio, Peter Pan e Alice no país das maravilhas. Tal livro ainda contempla dois personagens, Carol e Lucas, que conduzem as histórias literárias. As crianças e adultos que visitam o espaço não caminham livremente, mas contam com a atenção especial de personagens e narradores – membros da organização do estande. Quem explica é a estudante e atriz Joelle Malta, que interpreta a Carol e a personagem Sininho, do Peter Pan. “Carol e Lucas são amigos que vão brincar de contar histórias, por meio do desafio de encontrar livros, e essas narrativas acabam envolvendo personagens reais da nossa literatura. Enquanto os visitantes leem os capítulos, vamos contando e interpretando as histórias, ou seja, nós somos também os personagens de todo o enredo; é uma história por dentro da outra”, explica Joelle ao comentar acerca da importância da leitura, tendo em vista que o local atraiu, esta manhã, um grupo de 80 alunos em um único momento. “É super importante este espaço, porque é preciso difundir as inúmeras abordagens que a cultura dispõe. E a necessidade aumenta quando eu, enquanto atriz, vejo que tem muita criança carente disso, os olhinhos brilham; sem falar nos adultos, que se encantam com as histórias e riem, como se fossem crianças”, completa a estudante.
Caminhando pelo labirinto literário
Em cada capítulo do grande livro, as histórias entrelaçam-se entre si. A primeira página do grande labirinto traz o capítulo “Carol e Lucas, mas poderia ser...”, por meio do qual o leitor começa a compreender o porquê da mistura de vários contos; o segundo capítulo traz como tema “A janela do mundo da fantasia”, em que o visitante se reconhece enquanto personagem. O outro compartimento aborda o “Labirinto de páginas e histórias”. Neste, o público interage ainda mais com os personagens. “Que língua é essa” é o 4º capítulo, em que o leitor percebe a flexibilidade do idioma; já os próximos trazem “Que história é essa: Emília e o príncipe ou sapo encantado?; Quando o sapo vira príncipe; Viagem pelo mundo da imaginação; e “Vamos continuar a viagem”. “No último capítulo, o visitante é o próprio personagem, interpretando Carol ou Lucas. É engraçado, porque, quando eles estão indo embora, a gente diz ‘xau, Lucas, xau, Carol’”, comenta Joelle Malta. O pequeno Mateus, de 11 anos, estava interagindo com o livro durante a aproximação da reportagem. Ao ser questionado sobre a prática da leitura, ele foi bastante enfático: “Gosto muito de ler e já estou me divertindo no segundo capítulo”, afirmou.

domingo, 23 de outubro de 2011

sexta-feira, 21 de outubro de 2011


Programação – Sesc na V Bienal do Livro de Alagoas


Visita orientada em tempo integral
Local: O Livro é uma Viagem (Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, Jaraguá)
Horário: das 10h às 22h
Período: de 21 a 30 de outubro
Entrada franca
Mais informações: 0800 284 2440


domingo, 16 de outubro de 2011

Despedida de Rojo...

Portrait of Frida Kahlo por Natasha Sazonova



FRIDA KAHLO POR GISELLE ITIÉ

A atriz empresta a voz da artista plástica mexicana e, em primeira pessoa, revela a história e a alma de uma das mulheres mais interessantes de todos os séculos. Tudo em escrita intensa e passional, como foi a vida de Frida Kahlo (para BOBSTORE).

Quer saber se sou uma grande artista surrealista do século XX?

Não sei se as minhas pinturas são ou não surrealistas, mas sei que são a mais franca expressão da minha alma. Não ligo e jamais vou me importar com o que as pessoas pensam sobre o meu trabalho. Sei que pintei pouco, sem a menor ambição de ser famosa, e é isso o que me alimenta, antes de tudo é ter prazer como artista e poder ganhar a vida com o meu ofício. Sou simplesmente uma mulher que necessita trabalhar para viver.

Aliás, minha vontade era ser médica, quizás a minha intimidade com os médicos desde pequena tenha me estimulado a querer mergulhar nesse mundo.

Quando tinha 6 anos, tive poliomielite, fiquei nove meses na cama. E foi dada a largada para a vida presentear o meu corpo. Me regaló uma perna fina e um pé atrofiado, e eu era chamada de "Frida Perna de Pau". As crianças realmente são muito sinceras... É, às vezes odeio algumas sinceridades. Até porque eu sentia e sabia que era diferente.

Aos 7 anos de idade, durante a "Decena Tragica", presenciei a grande doação de mí Madre aos feridos. Oferecendo cuidados e alimentos, minha mãe tinha um coração bondoso, muito bondoso. E sofrido também, ela teve um relacionamento trágico antes de se casar com meu pai. Así como mí Papá... ya lo vez corações sofridos se encontram.

Mí Madre era muito inteligente, mesmo sendo analfabeta. Até porque uma coisa é uma coisa e outra coisa é completamente outra coisa. Cansei de ver pessoas cultas e burras! Ela foi uma boa amiga, mas sua devoção à religião era praticamente histérica. Seu conservadorismo e machismo também nos afastavam. Acredito que a minha independência, e a minha liberdade como ser humano, sendo "mulher", fugia do entendimento de mí Madre.

Mí Padre foi um grande guardião. Nós ficamos muito unidos a partir dos meus 6 anos de idade, já que tínhamos em comum a enfermidade e a solidão. Ele era epilético, cresci vendo meu pai caindo e levantando, caindo e levantando... Era assustador. A princípio eu não entendia, era um mistério, mas depois com o tempo tudo de mesclou, me inspirando temor e compaixão. Mí Papi foi imenso exemplo de ternura e trabalho, como fotógrafo. Mais que tudo, ele compreendia todos os meus problemas e minhas ações diante da vida.

Por exemplo, quando eu tinha 13 anos fazia parte de "Os Cachuchas". Era um grupo que lutava pelas questões sociais, intelectuais e políticas em plena "Revolução Mexicana". Eu era uma das duas únicas meninas que participavam. Essa era eu, Friducha: menina vestida em roupa masculina, sempre acompanhada pela minha bengala. E usava, sim, calças e botas para esconder meus defeitos. Sí comunista, sí de la "Liga da Juventude Comunista" e "Partido Comunista Mexicano". Foi nessa época que conheci meu primeiro amor "mí Alex".

"Este hijo" me deixou quando eu mais precisava, me deixou quando a vida presenteou o meu corpo mais uma vez. Eu já estava recuperada do meu primeiro presente, quando...

... eu tinha 18 anos, subi no ônibus com o Alex, e depois de alguns minutos houve o acidente. O motorista estava nervoso, bateu o ônibus no trem. E nós fomos amassados contra a parede. E quem estava sentada exatamente ali?! Ali, no canto do ônibus?! Ali, contra a parede?

YO FUI DESTROZADA!

Foi um acidente estranho, Não foi violento, foi surdo... lento.

A primeira coisa que eu pensei depois do acidente foi no balero de cores tão bonitas, que tinha acabado de comprar. Minha primeira reação foi tentar pegá-lo.

É metira que a gente percebe a verdadeira batida.

É mentira que você chora.

É mentira. Em mim não houve lágrimas, pelo menos não naquele instante.

Um ferro atravessou o lado esquero do meu abdome e saiu pela minha vagina, e assim perdi a minha virgindade. (Será que foi assim mesmo, Alex?).

A minha tão famosa "perna de pau" foi novamente agredida, sendo partida em 11 lugares e o meu pé ficou totalmente deslocado.

Não consigo explicar a dor. A minha coluna virou uma esponja, a minha bexiga não me deixava urinar. Sim, fiquei presa no meu próprio corpo, minha alma gritava em silêncio. E as lágrimas nunca saíram, pois eu derramava sangue. Meu corpo morto, alma presa e mi corazón foi junto com o Alex, ele me deixou para nunca mais voltar... Anos esperando.

Passei meses presa e comecei a ler e escrever muito. Minha alma inquieta e a minha energia dolorosa precisavam escoar. Mas qual seria minha válvula de escape?! Mí Madre teve uma grande ideia: colocou um espelho na parte superior da minha cama e um cavalete de madeira para eu me pintar. Frida, a modelo. Foi aí que eu me lembrei de uma caixa de tintas do meu pai, pois ele pintava e desde pequena eu não tirava os olhos dessa caixa.

E assim jorrei todas as minhas sensações nas telas.

Meus pais sofreram muito, me vendo daquele jeito, e eu sofria muito mais vendo a tristeza deles. Eles viam a filha sempre tendo tanta liberdade para lutar pelos seus sonhos, e, de repente, em um segundo perdeu tudo.

Não tinha medo da morte, mas queria viver. A dor, essa sim, eu não aguentava mais.

Teve um dia - dentro de todo aquele tempo que fiquei naquela cama, presa no corselete de gesso que ia da clavícula até a pélvis - que olhei para a minha mãe, que estava ao lado da cama, atônita, e disse: "Não morri, não! E mais: eu tenho porque viver, eu tenho a pintura".

E assim continuei a minha luta. A minha intimidade com os médicos estreitava cada vez mais. Mil médicos e muito dinheiro gasto. E mais uma preocupação: "a falta dele".

Eu ali deitada... Muitas vezes tive a marga sensação de desistir de estar ali...

Depois de um ano engessada, fui atrás do dinheiro. Pintar era tudo o que eu sabia.

DIEGO Rivera! Ele pintava um mural, eu me aproximei e pedi sua sincera resposta, pois não estava para chingadas. Precisava ganhar dinheiro.

Ele disse: você tem talento!

DIEGO! Com seu olhar terno e sedutor, me libertou da mais profunda dor concreta. Ajudou a me reencontrar como pessoa e como mulher. Reconheci o amor!

DIEGO! Meu mentor, com ele viajei no mundo da arte. Ele me motivou a pintar.

Panzón mí parceiro

mí sexo
mí político
mí padre
mí hijo
MI VIDA!

DIEGO MÍ UNIVERSO.

Entreguei a minha alma. Meu corpo desintegrado.

Mesmo sabendo que ele era um homem que acreditava que a monogamia era para a burguesia...

Eu aceitei, sim! E apenas pedi a sua lealdade.

Depois de um tempo grudados e nos saboreando (como dizia Mí Mamá, éramos la paloma y el sapo), o que eu sabia, mas não queria aceitar, aconteceu! Ele tinha fama de infiel, e assim ele foi. Várias vezes... Y YO?! Fingia que não sentia, mas não só sentia como sofria!

O nosso casamento virou uma guerra de amor. Ele Infiel e Eu Infiel.

Então comecei a provar da sua própria comida fora de casa, a provar de suas amantes. Aliás, muitas me preferiam. E eu?! Não sei. De repente, só queria carinho, vingança, ou sentir os corpos que o Diego tocava. Assim me sentia mais perto dele. E, de repente, mais longe de mim.

E, de costume em costume, sempre nos acostumamos. Não sei se gostava, mas sei que me lambuzei muito "con las otras" y "con los otros" también. Esse era o grande casal, os artistas talentosos e unidos. Pela infidelidade também.

A primeira traição veio junto com a morte do meu primeiro hijo. Duas desilusões. Não era o momento. Casi seria injusto, no crees?

Senti meu corpo sendo perfurado por flechas saindo de duas direções. O regalo da vida mais uma vez e do meu verdadeiro amor, DIEGO!

3 ABORTOS... y 1 DESEO PERDIDO... Ser MADRE!!!

Las palabras no alcanzán el sufrimiento. Grande revolta, tristeza. E depressão para toda mí vida! Choro pelos meus filhos até hoje, luto constante. La peor sequela do acidente que a vida me regalo. La muerte de mi segundo hijo veio acompanhada com a morte de mí pobre Madre.

La muerte de mi tercer hijo veio com três dedos meus amputados y com o segundo acidente em minha vida: o DIEGO.

Só pedi lealdade, mas seu sexo sordo, ciego y hambriento, no me hizo caso.

Até hoje eu não sei em qual acidente eu sofri mais, se no ônibus quando um ferro atravessou o meu corpo inteiro ou se quando Diego fincou um ferro no meu corazón com a ajuda da minha própria irmã.

Sim, eles se relacionaram.

Sim, eles se consumiram. Nem quero imaginar quantas vezes.

Quando vi minha irmã em cima dele, de Diego, mí amor... el besando seu pescoço, pegando na sua bunda desnuda...

Fiquei paralisada.

Segundos sem pensar. Sem força para mover, gritar. Sem força para balbuciar: parem, por favor! Assim não, parem!

SEM AR

Minha alma saiu do corpo, pediu licença, para não chorar diante daquele casal de animais.

Minha própria irmã.

Mí esposo leal. Diego.

Nunca foi meu e de ninguém. Diego sempre foi dele mesmo.

E assim parti para lo peor. Cabelos cortados, alma e corpo desfigurado. Muito álcool, tabaco, morfina, sangue, mais de 30 cirurgias, cadeiras de rodas, gessos e dores incontroláveis. Tive muita ajuda da minha amiga imaginária, aquela que conheci quando era niña. Aliás, tive a felicidade de conhecê-la quando era pequena, e escutei: "Tu no eres hija de tu mamá e tu papá, a tí te recogieron en un basurero!" Nas dores sem pausas, minha amiga secreta voltou del Pinzón e me mostrou novamente que eu não era um lixo.

Com o tempo tudo muda, tudo se move, tudo revoluciona... Todo vuela y se vá.

Yo creo que lo trabajo és lo mejor para o nosso esquecimento, daquele que nunca se esquece.

Segui pintando, viajando, apresentando meu trabalho pelo mundo e morrendo de saudade de mí Mexico Lindo y Querido! Sinceramente, los gringos no me cae del todo bién son gente muy sonsa. Mas valorizam meu trabalho tanto quanto mi pueblo, conquistei um buen público enseñando mi dolor por las telas.

Pasando el tiempo, a vontade dele doía minha alma, eu queria Diego.
Seus braços.

Seus besos.

Seus olhos em mim.

Frida era Diego, Diego era Frida.

E Frida sozinha não era nada, já sentia que a vida estava me levando. E Diego era minha força, e somente por ele conseguia viver desta maneira... DESTROZADA, dos pés à cabeça! Minha alma pulsava só de saber que ele seria meu parceiro de novo.

Pela segunda vez nos casamos, sem sexo, pois meu corpo não aguentava. Com amor, pois minha alma mendigava. Meu corpo já não respondia, e assim ele foi sendo amputado a cada dia. Só vivendo daquela maneira pra ter certeza que a morte era mais segura. Não precisava mais do meu corpo, pois a minha alma sempre soube voar, dolorida ou não, VOAVA... VOA!!!

Agora, vem você e me pergunta se sou uma artista surrealista!? O que você acha!? Isso não foi um sonho, a lo mejor podria ser una pesadilla!! Aahahhahahahah. Solo pinte mi realidad propia!!!

Y te digo más! Cresci em todos os tons da paleta da minha vida, de cada sentimento. Vivendo e sempre escutando a própria alma, esta és la llave. "Ser sincera consigo mesma." La vida és loca, uma bela loucura do crescimento. Gracias!

VIVA LA VIDA!!!

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

"A arte, como formula Freud, caminha com base no princípio do prazer e não no princípio de realidade. O artista lida com a transgressão, desobstruindo os impedimentos e as interdições que a realidade coloca (a obra de arte vai se caracterizar por ser uma outra criação: se eu vejo uma paisagem que objetivamente é verde, sob uma ótica vermelha, nada me impede de pintá-la assim)."

Renato Cohen

Aliceeee!?

Oi ? Arte - Alex Walker (ArtWork)